Olá, gente! Hoje o atleta da semana será com a faixa preta Valeria Almeida Alves, que tem 40 anos (ou deve ser mentira, porque olhem bem pra ela! Acho que tem menos rs) e pertence a Equipe GFTeam, Nova Iguaçu (RJ). Achei incrível a história dela pelo simples fato de viver para o jiu-jitsu: ela e a família toda.
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Valeria começou no jiu-jitsu em 2007 na intenção de acompanhar seu marido, mas como uma boa praticante, ela se apaixonou e foi ficando. No final do mesmo ano ela se lesionou e teve de ficar afastada durante seis meses e nem assim desistiu, voltando em 2008.
Em 2010, ela decidiu começar a competir e desde então, nunca parou. A atleta conta que tem alguns títulos no Brasil, mas que nunca lutou fora. Seus títulos? Peraí que tem a listinha – pra gente olhar e falar “quero”:
Campeã Sul Americana. (Foto: Arquivo Pessoal)
– Bi campeã Rio Open 2015/2016 – Bi campeã Brasileira CBJJO – Tri campeã Copa America 2013/2014/2015 – Campeã Panamericana da CBJJO 2015 – Campeã Aberto de Verão FJJ Rio 2016 – Líder do Ranking FJJD RIO 2015 – Campeã Mundial CBJJO 2015 – Vice campeã Internacional Master CBJJ/IBJJF 2016 – Campeã Sul Americano CBJJ/IBJJF 2016 e terceira colocada no absoluto.
Valeria é casada com o black belt Gustavo Santana há 21 anos que, além de marido, é seu mestre e treinador. O casal tem dois filhos que obviamente, também são sinistros: o Luis Felipe tem 22, é faixa roxa e em 2017, está se preparando para competir o Mundial e o Matheus, conhecido por “Menino de Ouro” por já ter diversos títulos, apesar de apenas 14 anos. Ele é faixa laranja e está se preparando para competir o Pan na Califórnia. Os meninos começaram a treinar simplesmente para praticar um esporte, mas acabaram se desenvolvendo e tornando-se competidores também. Juntos eles tem um centro de treinamento em que treinam e dão aula.
Família casca grossa. (Foto: Arquivo Pessoal)
A rotina de Valeria é voltada completamente ao jiu-jitsu, e, inclusive, ela conta que largou a vida de enfermeira em 2010.
A transição não foi difícil porque amo jiu-jitsu e a área da saúde já não estava mais sendo prazerosa trabalhar. Decidi viver do jiu-jitsu de início para ajudar meu marido a ministrar as aulas, depois virou profissão mesmo. Viver de jiu-jitsu não é fácil, mas sou muito feliz vivendo assim.
Ela conta também que pegou sua faixa preta em dezembro de 2015 e que foi uma surpresa, porque como todas nós mulheres desesperadas, ela não achava que seria sua vez e acabou sendo surpreendida.
Claro que fiquei muito feliz, chegar a preta significa que você não desistiu das dores, lesões, preconceitos, treinos pesados…
Além de ser feliz treinando e vivendo o jiu-jitsu, Valeria diz que é completamente feliz pelos seus filhos e alunos competidores.
O jiu tem nos proporcionado grandes alegrias através de nossos filhos e alunos competidores. Me considero uma pessoa feliz, pois faço o que amo e junto com as pessoas mais importantes da minha vida: meu marido e meus filhos.
Valeria e suas alunas. (Foto: Arquivo Pessoal)
Fala sério se não é o sonho de qualquer casal que treina conseguir juntar o útil ao agradável?
Desejamos toda sorte do mundo para a Valéria que dá conta de ser mãe, esposa e uma casca grossa no jiu-jitsu! <3 oss.
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05/05/2026
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