Representatividade feminina


Parece bobagem, mas pra nós mulheres é de extrema importância que hajam representantes no meio da luta as quais possamos nos espelhar. Hoje diversas atletas de alto nível nos servem de inspiração: Claudia Do Val, Bia Mesquita, Luanna Alzuguir, Bia Basilio, Ffion Davies, Mackenzie Dern, Luiza Monteiro, Mayssa Bastos, Nathiely, Ana Vieira; enfim, uma lista extensa de faixas pretas que representam muito bem as mulheres.

Fora as que ainda não chegaram na faixa preta mas que já demonstram um nível alto de técnica. Um exemplo é Jessa Khan que já possui vários títulos mundiais e está hoje na faixa marrom.

Já na arbitragem o número de mulheres ainda é muito reduzido quando comparado aos homens. Algumas que competem e exercem o papel de árbitras aqui são: Talita Treta, Gabriela Fetcher, Claudia Do Val, Vanessa Souza, Michelle Assis, Géssica Ventura.

Por outro lado o número de professoras de jiu-jitsu vem aumentando. Uma muito conhecida é Nika Schwinden, que possui uma grande turma feminina. Agora, a professora está inovando e postando em seu instagram posições em Libras. Ana Vieira e Luanna Alzuguir além de continuarem competindo, também possuem seu próprio time chamado AVIV Jiu-Jitsu que também é formado apenas por mulheres. Rosângela Conceição (Zanza), primeira mulher a representar o Brasil na Luta Olímpica, faixa preta de judô e jiu-jitsu, hoje mora nos Emirados Árabes onde leciona artes marciais para crianças, inclusive luta olímpica.

Além destes nomes conhecidos é legal também notar aquelas que estão próximas a nós e que também podem servir de inspiração!

Aquela colega que mesmo cheia de trabalho consegue achar um tempo para treinar e se dedicar, ou aquela mãe que mesmo cansada consegue buscar um pouco de energia para gastar no tatame e se sentir renovada. Aquela competidora que faz uma correria para conseguir apoio para tocar a vida de atleta, ou aquela professora que enfrenta inúmeras situações difíceis em função de ser mulher e professora de luta. Ou até mesmo aquela colega que sofre com algum problema psíquico mas que encontra nesse esporte uma forma de superar seu problema!

Nós mulheres passamos por muitas barreiras pra conseguir atingir nossos objetivos. É só perceber quantas de nós param de treinar. Umas em função do trabalho, outras em função de gravidez, filhos, outras devido a relacionamentos e outras até mesmo por situações desagradáveis de machismo no tatame.

Que tenhamos foco, determinação, disposição e boa vontade pra atingir nossos objetivos, como também para apoiar e motivar nossas colegas principalmente em momentos difíceis, porque só quem pratica esse esporte sabe a diferença que ele faz nas nossas vidas.

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