E quando não há forças para lutar?


Campeonatos, treinos, kimono. Essas expressões são comuns para quem pratica a arte suave. Mas e quando a vida não é tão suave? Os problemas surgem e você não consegue mais transpor as barreiras que surgiram na sua trajetória de vida? Essas indagações sugerem que apliquemos um dos principais fundamentos do jiu jitsu: não desistir, é preciso insistir e continuar a lutar.

Você provavelmente deve estar se perguntando: “e o que isso tem haver com jiu jitsu?”. Tudo. É imprescindível não limitarmos o esporte às competições, até porque isso seria muito injusto. O maior campeonato de todos os tempos nós já fomos inscritos: A VIDA.

Tão simples e ao mesmo tempo tão complexa quanto um armlock. Você está no controle da situação e de repente tudo “gira”, e nesse giro surgem adversidades. Demissões, desilusões, desentendimentos ou até mesmo uma doença grave que silenciosamente consome o corpo e a alma, apresentam-se de uma forma tão dolorosa quanto uma mão-de-vaca.

Porém, contudo, entretanto, uma vez mais… é imprescindível continuar, agarrar-se ao que nos traz força e esperança. E o tatame é o cenário perfeito pra que as sementes da persistência germinem e agora você talvez você queira perguntar: “e quando não há forças pra lutar?”. Eu continuarei, pois lutando terei forças e, tendo forças, não desistirei.

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