Patrocínio no jiu-jitsu: por que as marcas preferem quem tem mais visibilidade nas redes sociais?


patrocínio e jiu-jitsu

Uma das coisas que as pessoas mais me perguntam é: “Sam, como eu faço pra ter patrocínio?”

Para responder a esta pergunta, vamos analisar duas situações: de um lado, o atleta que treina o dia todo, faz preparação física, dá aula pra ajudar a pagar as contas, luta tudo o que pode e leva a maioria dos campeonatos que luta, mas quase ninguém conhece, tem 200 seguidores no Instagram, e nada de patrocínio. Do outro, aquele atleta que não treina tanto, luta de vez em quando, mas tem 15k de seguidores em suas redes, patrocínio de fisioterapia, suplemento, kimono e tudo o mais que você pode imaginar. O que faz com que um tenha mais do que o outro?

A resposta é uma só: VISIBILIDADE. Para começo de conversa, não estou aqui para julgar quem é melhor ou pior. Longe de mim… o que eu quero mostrar é que hoje, mais do que ser um atleta bom de jiu-jitsu, você precisa fazer um bom trabalho de marketing em suas redes sociais. É preciso trabalhar seu engajamento: o que você gosta de fazer? Guarda X? Poste um vídeo de uma variação por semana da guarda x junto com com seu professor no Instagram, use hashtags de jiu-jitsu, siga todos os famosos que você conhece, enfim: é preciso ter “algo a mais” pra mostrar.

Aí você deve ter pensado: “Poxa, mais do que eu mostro nos campeonatos?”. Não estou dizendo que o que você faz é pouco – muito pelo contrário – sabemos que atleta acorda cedo, treina o dia todo, sente dor o dia todo, sofre lesões, sofre pra juntar dinheiro pra competir e tantas outras dificuldades. O que eu quero dizer é que você, caro atleta, precisa ser visto.

Engana-se quem pensa que patrocínio não tem que dar retorno. Tem que dar retorno sim! Não digo que você precisa sair por aí vendendo kimonos nem nada. O que você precisa fazer é ser uma pessoa influente, cuja imagem se venda por si só. Entende a diferença? Você precisa ser alguém popular, alguém que as pessoas gostem… e mais do que isso, precisa ser um formador de opinião. Porque é isso que os atletas famosos são: eles são formadores de opinião quando falam sobre treino, dieta, política ou qualquer outro assunto, e isso é outro cuidado que é preciso ter na carreira: tudo o que você fala em suas redes gera um impacto pra você, seja positivo ou negativo.

Voltando ao assunto dos patrocínios, uma marca que patrocina um atleta não está só pensando em ajudá-lo: ela está fazendo um investimento a longo prazo, está apostando em você, no seu potencial, seja como atleta ou formador de opinião. Então, quando ele escolhe alguém que tem visibilidade, mas que não treina tanto quanto o exemplo 1 que mencionei acima, a culpa não é dele, afinal, ele pode simplesmente não tê- lo visto, pode não ter ouvido falar dele. Conheço tantos campeões brasileiros, campões mundiais e tantos outros com títulos importantes, mas todos sem patrocínio.

Se você acha que as marcas estão erradas em patrocinar quem tem visibilidade, pense comigo: Você tem uma loja de kimonos que precisa vender. Tem vários produtos que não estão vendendo tanto, e aí tem duas opções para patrocinar: de um lado, uma pessoa que tem milhares de seguidores e com ela uma probabilidade grande de ser um modelo vivo da sua marca, ajudando-a a ter visibilidade, reconhecimento etc. De outro, uma pessoa que é campeã de tudo: brasileiro, paulista, e todos os Opens que você imagina. Por um lado, seria legal escolher a segunda opção, mas pensando no fato que a marca venderia mais se optasse pela primeira opção, não podemos julgar errado. As contas precisam ser pagas e não está errado escolher quem tem visibilidade.

O ideal é que o atleta que ganha tudo, treina o dia todo e tudo o mais trabalhe bem suas redes sociais. Quer um exemplo disso? Mahamed Aly. Ele é atleta profissional e ainda alimenta um canal irado no Youtube, que aliás é outra alternativa bacana pra você que quer trabalhar suas redes. Sabemos que se dedicar aos treinos, preparação física, dieta e tudo o mais leva dá trabalho e por vezes falta tempo para cuidar das redes. Por isso, aqui no BGM oferecemos um trabalho bacana de assessoria, onde trabalhamos o engajamento das suas redes, ajudamos com conteúdo, negociamos patrocínios, seminários e aulões por um valor bem bacana que cabe no seu bolso. E aliás, é nessa época entre dezembro e janeiro que as marcas costumam fechar os apoios e patrocínios para o próximo ano, então entre em contato conosco já para não perder essa oportunidade!

Então é isso, galera! Fica a dica de hoje: cuidem bem de suas redes sociais, continuem treinando e competindo: uma hora vai surgir um patrocínio legal pra você.  🙂

Bom fim de ano a todos. Oss!

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