Mulheres no MMA


Se você é praticante de Jiu-Jitsu e acha que MMA é um esporte violento, com muito sangue, coisa de homem, está na hora de rever seus conceitos. O MMA é, atualmente, o esporte que mais cresce no Brasil e no mundo. As lutas já são populares na TV, e com isso as pessoas estão pouco a pouco entendendo as regras, escolhendo seus favoritos, e lotando bares com as mais diversas pessoas! No universo masculino, temos vários atletas campeões mundiais de Jiu jitsu entre nossos representantes. A lista é enorme, e vai desde os famosos Rodrigo Minotauro, Damien Maia, Ronaldo Jacaré, Roger Gracie até os mais recentes, como o multi-campeão Rodolfo Vieira. Ok, mas e as mulheres? Mulher não toma soco na cara, chute na canela! Ledo engano. As mulheres também lutam e gostam do esporte! E percorrem o mesmo caminho árduo, de renúncia e persistência, sem atalhos! Porém já sofreram (e às vezes ainda sofrem) uma terrível discriminação! Em alguns países as mulheres já foram inclusive proibidas de lutar e assistir lutas.

O maior evento de MMA mundial é o Ultimate Fighting Championship, UFC, que possuía um Card exclusivamente masculino. O UFC lidera o ramo e tem os atletas mais bem pagos da categoria, sob o comando do presidente Dana White. O final de 2012 não foi como o mandatário do UFC, Dana White, imaginava. Havia uma carência de novas estrelas, casos de dopping, queda nos níveis de audiência (pay-per-view). Foi então que em fevereiro de 2013, o chefão teve que dar o braço a torcer, pois sempre dissera: “mulheres NUNCA lutarão no UFC”, e abriu as portas do MMA feminino, anunciando a primeira luta em seu evento, e bastaram 4 minutos e 48 segundos para que Ronda Rousey finalizasse em um arm lock, sua marca registrada, Liz Camouche. Pronto. Iniciava ali a “era” Ronda, a qual na verdade simbolizava mesmo a entrada das mulheres no mundo das lutas.

Há muitos anos mulheres dividem o tatame e os ringue com homens. Porém, os eventos femininos eram pouquíssimos valorizados, pouca audiência, consequentemente bolsas (salários) irrisórias comparadas com as masculinas. Eventos como Tuff-N-Uff, King of the Cage, Invicta e Strikeforce apostavam suas fichas nas mulheres mas, encontrava-se muita resistência por ser um esporte que sangra e deixa marcas. E o que vemos hoje em dia é uma excelente estrutura de organização para todos os atletas, com serviços médicos de qualidade,caíndo assim na graça das mulheres.

Injustiça seria creditar apenas à americana Ronda Rousey essa explosão. Mas, com certeza foi a partir dela que começou a entrar o dinheiro. Com maior patrocínio, melhor preparação e, o que se vê hoje em dia são combates aguerridos, lutadoras sempre para frente, sem embromação, coração puro. Essa característica fez com que os mais machistas se rendessem ao show de técnica e garra das meninas. Hoje as lutas femininas já são “Main events” (eventos principais) e as lutadoras erguidas ao status de super estrelas. Isso tudo sem perder a feminilidade.

A detentora do cinturão dos pesos galos atualmente é Miesha Tate, que esbanja sensualidade e carisma, bem diferentes de suas poderosas atuações dentro do octógono. São mais de 50 lutadoras no plantel do UFC: Claudia Gadelha, oriunda do BJJ, Joanna Jedrtzejczyk, atual detentora do cinturão das palha, Amanda Nunes, Beth Correa, Holly Holm (multi campeã de boxe), ou seja, uma lista enorme de talentos. No Brasil também temos uma lista enorme de lutadoras, cuja as precursoras são Carina Damn (BJJ), Ediene Gomes, Cris Cyborg e várias outras.

Atualmente o nível de celebridades atingem lutadoras como Gina Carano, a qual debandou para o mundo dos filmes de Hollywood e não retornou mais ao MMA. O mesmo segue com a ex-campeã Ronda, atuando em uma média 3 filmes por ano, capas de revistas e “talk shows”. Excessos de compromissos atribuídos como causa de sua recente perda de cinturão.

A realidade é que o MMA feminino chegou para ficar. As meninas antigamente não eram boas atletas realmente. A qualidade técnica era baixa, era meio “briga”, não era plástico. Hoje em dia elas evoluíram muito e, fazem muitos homens ficarem até de madrugada acordados para assistirem seus combates.

E você? Vai juntar suas lutas de Muay Thay e suas técnicas de BJJ e se arriscar? Com certeza não vão faltar adversárias!! Osssssssss

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